Pós doutorado em Enga Biomédica UFABC

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Writing Scientific Articles

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Medical and Biological Engineering in the Next 20 Years: The Promise and the Challenges

In 2011, the American Institute for Medical and Biological Engineering (AIMBE) (www.aimbe.org) celebrated its 20th anniversary by undertaking to identify major societal challenges to which medical and biological engineers can contribute solutions in the next 20 years. This report is a summary of the six major challenges that were identified. The report also discusses some specific areas within these high-level challenges that can form the basis for policy action, provides a brief rationale for pursuing those areas, and discusses roadblocks to progress. The six overarching challenges are: 1) engineering safe and sustainable water and food supply, 2) engineering personalized health care, 3) engineering solutions to injury and chronic diseases, 4) engineering global health through infectious disease prevention and therapy, 5) engineering sustainable bioenergy production, and 6) engineering the 21st century US economy. While arrived at independently by AIMBE, many of the elements overlap with similar challenges identified by other bodies. The similarities highlight the central mission of medical and biological engineers, working with other experts, which is to solve important problems central to human health and welfare.

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Pesquisa de qualidade, não de quantidade

Por Elton Alisson, de Recife, http://agencia.fapesp.br/17608

Agência FAPESP – Depois de crescer em quantidade, a ciência brasileira enfrenta o desafio de melhorar a qualidade e aumentar seus impactos científico, social e econômico. Para isso, são necessárias, entre outras medidas, mudanças nos critérios de avaliação de pesquisadores e de instituições adotados pelas agências de fomento à pesquisa do país.

A análise foi feita por integrantes de uma mesa-redonda sobre “Impacto e avaliação da pesquisa”, realizada na terça-feira (23/07), durante a 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Recife (PE).

O encontro teve a participação de Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, Glaucius Oliva, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e Jorge Almeida Guimarães, presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

De acordo com dados apresentados por Brito Cruz, desde 1980 vem aumentando o número de artigos científicos publicados por autores do Brasil. “Isso indica um avanço inconteste do sistema de ciência brasileiro, especialmente se levarmos em conta que é um sistema tardio [em comparação com países com tradição científica] e que ainda enfrenta grandes dificuldades”, disse Brito Cruz.

Mas o impacto dos artigos científicos brasileiros – medido pelo número de vezes que o trabalho é citado por outros pesquisadores – ainda é baixo. “Ao longo de sua história, a ciência feita no Brasil, na média, tem tido pouca repercussão internacional, atingindo 60% da média do impacto científico do restante do mundo”, ponderou Brito Cruz.

Um dos fatores apontados pelos participantes da mesa-redonda como responsável pelo baixo impacto da ciência feita no Brasil é a pouca cooperação de cientistas brasileiros com pesquisadores do exterior.

Segundo dados apresentados pelo diretor científico da FAPESP, nos últimos anos diminuiu muito a cooperação internacional dos cientistas brasileiros, evidenciada pela queda de 40% para 27% da publicação de trabalhos em coautoria.

“Esse é um dos menores percentuais de coautoria em artigos científicos observado hoje em países que fazem ciência e almejam ter alguma relevância no cenário científico mundial. É importante recuperarmos nossa capacidade de colaboração científica porque isso ajuda a aumentar o impacto”, disse Brito Cruz.

O Brasil publica muito mais trabalhos na área de ciências de plantas e animais, por exemplo, do que a Coreia do Sul. O impacto científico dos artigos científicos publicados pelos pesquisadores sul-coreanos nessa área, no entanto, é superior ao dos trabalhos publicados por brasileiros.

Em Física – área na qual a Coreia do Sul aumentou muito nos últimos anos sua quantidade de artigos publicados e o Brasil estacionou um pouco –, o impacto dos trabalhos publicados por cientistas brasileiros em 2012 cresceu mais do que o dobro da média mundial.

“Isso tem relação com a participação do Brasil nas grandes colaborações internacionais que há na área da Física [como os realizados no Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), da Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (Cern), na Suíça]. Esses trabalhos geram artigos muito citados na comunidade científica internacional porque têm muitas ideias fundamentais”, disse Brito Cruz.

Guimarães, por sua vez, destacou que os outros países latino-americanos colaboram mais com nações europeias e com os Estados Unidos do que com o Brasil. “O Chile tem seu observatório astronômico. Por isso, todo o mundo colabora com eles e o fator de impacto dos artigos científicos deles é mais alto. O Brasil se descuidou da colaboração científica internacional”, disse.

As universidades brasileiras também exercem pouca influência científica em comparação com instituições congêneres na Europa e nos Estados Unidos, destacou Brito Cruz. “É preciso que as universidades brasileiras progridam mais em termos de impacto científico mundial”, disse.

Ações necessárias

Uma das ações indicadas por Brito Cruz para aumentar o impacto da ciência feita no Brasil é proteger o tempo do pesquisador contra tarefas extracientíficas – como o preenchimento de relatórios para prestação de contas. Segundo ele, há poucas universidades no Brasil com escritórios voltados para auxiliar pesquisadores em tais tarefas, a exemplo do que fazem os Grants management offices nos Estados Unidos.

“As agências que financiam a pesquisa no Brasil precisariam cobrar muito mais das instituições de ensino e de pesquisa no momento em que se concede financiamento a um projeto, com relação à questão da proteção do tempo do pesquisador contra tarefas extracientíficas”, ressaltou Brito Cruz. “Não é possível obter crescimento de impacto se não dermos aos pesquisadores brasileiros condições similares de trabalho às que seus colegas nas universidades de Stanford ou de Oxford, por exemplo, possuem”, frisou.

Outras medidas sugeridas são aumentar a cooperação internacional, a visibilidade e o impacto das revistas científicas publicadas pelo Brasil – uma vez que 33% dos artigos científicos de autores brasileiros saem em periódicos nacionais –, e valorizar a qualidade, em detrimento da quantidade, dos artigos científicos publicados por pesquisadores na análise de seus projetos de pesquisa na hora de conceder financiamento ou na promoção de cargo, entre outras situações.

A necessidade dessa mudança de critério de avaliação de pesquisadores também foi ressaltada por Oliva. “Ao premiarmos a quantidade, em detrimento da qualidade dos trabalhos publicados, podemos sinalizar uma direção errada, desencaminhar os jovens pesquisadores e, eventualmente, contribuir para acomodar cientistas seniores naquilo que aprendemos rapidamente a fazer, que é publicar”, disse.

A mudança de critério de avaliação da qualidade dos trabalhos científicos publicados, em vez da quantidade, não implicará na diminuição do número de publicações, avaliou Oliva.

“Temos que superar a ideia de que quantidade e qualidade são necessariamente opostas. É possível manter a produção científica brasileira atual e, ao mesmo tempo, almejar mais”, afirmou.

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Programa de Doutorado Acadêmico Industrial

A Universidade Federal do ABC – UFABC divulga nesta quarta-feira (19.06.13) o Edital 001/2013 para o Processo Seletivo do Programa de Doutorado Acadêmico Industrial (D.A.I.), que já foi noticiado nesta seção anteriormente e que resumidamente consiste em um projeto-piloto firmado entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, a UFABC e empresas públicas e privadas, cujo objetivo é propor soluções para problemas detectados em indústrias, através de projetos de pesquisa, desenvolvimento ou inovação (P&D&I) de interesse comum da empresa e da universidade.

O período de inscrição para o Processo Seletivo será de 19.06.13 a 26.07.13.

Para maiores informações, acessar o link: http://propg.ufabc.edu.br/doutorado-academico-industrial-dai.html

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Fotos da primeira reunião da pós-graduação da EBM (dia 09/05/12)

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Esse tal de Arduino

Por Tatiana de Mello Dias, reportagem completa em ESTADÃO.COM.BR

Como uma plataforma aberta criada para estudantes impulsionou o hardware livre ao atrair curiosos e fãs de eletrônica que querem construir seus próprios aparelhos

Sábado, 11h, 30 graus. O calor em São Paulo estava quase insuportável, mas em um casarão no bairro Santa Cecília, ele não foi páreo para placas, fios e circuitos – trio que centralizou as atenções dos presentes. Na Oficina Arduino 100 Noção, todos os olhares estavam fixos nas entradas da protoboard, placa usada para o aprendizado de eletrônica. Leia mais »

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Curso de Engenharia Biomédica da UFABC recebe nota máxima na avaliação do MEC!

O curso de Engenharia Biomédica da UFABC acaba de receber nota 5 (a maior nota possível numa escala de 0 a 5) na avaliação do MEC!

Parabéns a todos!

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Vídeo

What Is Biomedical Engineering?

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Blog da Engenharia Biomédica

Seja benvindo ao blog da Engenharia Biomédica da Universidade Federal do ABC. Fazemos parte de um novo e inovador curso de engenharia biomédica e este é nosso espaço para divulgação e discussão.

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