COVIData

O COVIData é u website com o propósito de auxiliar a identificação de casos suspeitos de COVID-19 de pessoas em distanciamento social. Coordenado pela Prof. Dra Fernanda Almeida

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Writing Scientific Articles

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Medical and Biological Engineering in the Next 20 Years: The Promise and the Challenges

In 2011, the American Institute for Medical and Biological Engineering (AIMBE) (www.aimbe.org) celebrated its 20th anniversary by undertaking to identify major societal challenges to which medical and biological engineers can contribute solutions in the next 20 years. This report is a summary of the six major challenges that were identified. The report also discusses some specific areas within these high-level challenges that can form the basis for policy action, provides a brief rationale for pursuing those areas, and discusses roadblocks to progress. The six overarching challenges are: 1) engineering safe and sustainable water and food supply, 2) engineering personalized health care, 3) engineering solutions to injury and chronic diseases, 4) engineering global health through infectious disease prevention and therapy, 5) engineering sustainable bioenergy production, and 6) engineering the 21st century US economy. While arrived at independently by AIMBE, many of the elements overlap with similar challenges identified by other bodies. The similarities highlight the central mission of medical and biological engineers, working with other experts, which is to solve important problems central to human health and welfare.

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Medical and Biological Engineering in the Next 20 Years: The Promise and the Challenges

In 2011, the American Institute for Medical and Biological Engineering (AIMBE) (www.aimbe.org) celebrated its 20th anniversary by undertaking to identify major societal challenges to which medical and biological engineers can contribute solutions in the next 20 years. This report is a summary of the six major challenges that were identified. The report also discusses some specific areas within these high-level challenges that can form the basis for policy action, provides a brief rationale for pursuing those areas, and discusses roadblocks to progress. The six overarching challenges are: 1) engineering safe and sustainable water and food supply, 2) engineering personalized health care, 3) engineering solutions to injury and chronic diseases, 4) engineering global health through infectious disease prevention and therapy, 5) engineering sustainable bioenergy production, and 6) engineering the 21st century US economy. While arrived at independently by AIMBE, many of the elements overlap with similar challenges identified by other bodies. The similarities highlight the central mission of medical and biological engineers, working with other experts, which is to solve important problems central to human health and welfare.

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Pesquisa de qualidade, não de quantidade

Por Elton Alisson, de Recife, http://agencia.fapesp.br/17608

Agência FAPESP – Depois de crescer em quantidade, a ciência brasileira enfrenta o desafio de melhorar a qualidade e aumentar seus impactos científico, social e econômico. Para isso, são necessárias, entre outras medidas, mudanças nos critérios de avaliação de pesquisadores e de instituições adotados pelas agências de fomento à pesquisa do país.

A análise foi feita por integrantes de uma mesa-redonda sobre “Impacto e avaliação da pesquisa”, realizada na terça-feira (23/07), durante a 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Recife (PE).

O encontro teve a participação de Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, Glaucius Oliva, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e Jorge Almeida Guimarães, presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

De acordo com dados apresentados por Brito Cruz, desde 1980 vem aumentando o número de artigos científicos publicados por autores do Brasil. “Isso indica um avanço inconteste do sistema de ciência brasileiro, especialmente se levarmos em conta que é um sistema tardio [em comparação com países com tradição científica] e que ainda enfrenta grandes dificuldades”, disse Brito Cruz.

Mas o impacto dos artigos científicos brasileiros – medido pelo número de vezes que o trabalho é citado por outros pesquisadores – ainda é baixo. “Ao longo de sua história, a ciência feita no Brasil, na média, tem tido pouca repercussão internacional, atingindo 60% da média do impacto científico do restante do mundo”, ponderou Brito Cruz.

Um dos fatores apontados pelos participantes da mesa-redonda como responsável pelo baixo impacto da ciência feita no Brasil é a pouca cooperação de cientistas brasileiros com pesquisadores do exterior.

Segundo dados apresentados pelo diretor científico da FAPESP, nos últimos anos diminuiu muito a cooperação internacional dos cientistas brasileiros, evidenciada pela queda de 40% para 27% da publicação de trabalhos em coautoria.

“Esse é um dos menores percentuais de coautoria em artigos científicos observado hoje em países que fazem ciência e almejam ter alguma relevância no cenário científico mundial. É importante recuperarmos nossa capacidade de colaboração científica porque isso ajuda a aumentar o impacto”, disse Brito Cruz.

O Brasil publica muito mais trabalhos na área de ciências de plantas e animais, por exemplo, do que a Coreia do Sul. O impacto científico dos artigos científicos publicados pelos pesquisadores sul-coreanos nessa área, no entanto, é superior ao dos trabalhos publicados por brasileiros.

Em Física – área na qual a Coreia do Sul aumentou muito nos últimos anos sua quantidade de artigos publicados e o Brasil estacionou um pouco –, o impacto dos trabalhos publicados por cientistas brasileiros em 2012 cresceu mais do que o dobro da média mundial.

“Isso tem relação com a participação do Brasil nas grandes colaborações internacionais que há na área da Física [como os realizados no Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), da Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (Cern), na Suíça]. Esses trabalhos geram artigos muito citados na comunidade científica internacional porque têm muitas ideias fundamentais”, disse Brito Cruz.

Guimarães, por sua vez, destacou que os outros países latino-americanos colaboram mais com nações europeias e com os Estados Unidos do que com o Brasil. “O Chile tem seu observatório astronômico. Por isso, todo o mundo colabora com eles e o fator de impacto dos artigos científicos deles é mais alto. O Brasil se descuidou da colaboração científica internacional”, disse.

As universidades brasileiras também exercem pouca influência científica em comparação com instituições congêneres na Europa e nos Estados Unidos, destacou Brito Cruz. “É preciso que as universidades brasileiras progridam mais em termos de impacto científico mundial”, disse.

Ações necessárias

Uma das ações indicadas por Brito Cruz para aumentar o impacto da ciência feita no Brasil é proteger o tempo do pesquisador contra tarefas extracientíficas – como o preenchimento de relatórios para prestação de contas. Segundo ele, há poucas universidades no Brasil com escritórios voltados para auxiliar pesquisadores em tais tarefas, a exemplo do que fazem os Grants management offices nos Estados Unidos.

“As agências que financiam a pesquisa no Brasil precisariam cobrar muito mais das instituições de ensino e de pesquisa no momento em que se concede financiamento a um projeto, com relação à questão da proteção do tempo do pesquisador contra tarefas extracientíficas”, ressaltou Brito Cruz. “Não é possível obter crescimento de impacto se não dermos aos pesquisadores brasileiros condições similares de trabalho às que seus colegas nas universidades de Stanford ou de Oxford, por exemplo, possuem”, frisou.

Outras medidas sugeridas são aumentar a cooperação internacional, a visibilidade e o impacto das revistas científicas publicadas pelo Brasil – uma vez que 33% dos artigos científicos de autores brasileiros saem em periódicos nacionais –, e valorizar a qualidade, em detrimento da quantidade, dos artigos científicos publicados por pesquisadores na análise de seus projetos de pesquisa na hora de conceder financiamento ou na promoção de cargo, entre outras situações.

A necessidade dessa mudança de critério de avaliação de pesquisadores também foi ressaltada por Oliva. “Ao premiarmos a quantidade, em detrimento da qualidade dos trabalhos publicados, podemos sinalizar uma direção errada, desencaminhar os jovens pesquisadores e, eventualmente, contribuir para acomodar cientistas seniores naquilo que aprendemos rapidamente a fazer, que é publicar”, disse.

A mudança de critério de avaliação da qualidade dos trabalhos científicos publicados, em vez da quantidade, não implicará na diminuição do número de publicações, avaliou Oliva.

“Temos que superar a ideia de que quantidade e qualidade são necessariamente opostas. É possível manter a produção científica brasileira atual e, ao mesmo tempo, almejar mais”, afirmou.

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Programa de Doutorado Acadêmico Industrial

A Universidade Federal do ABC – UFABC divulga nesta quarta-feira (19.06.13) o Edital 001/2013 para o Processo Seletivo do Programa de Doutorado Acadêmico Industrial (D.A.I.), que já foi noticiado nesta seção anteriormente e que resumidamente consiste em um projeto-piloto firmado entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, a UFABC e empresas públicas e privadas, cujo objetivo é propor soluções para problemas detectados em indústrias, através de projetos de pesquisa, desenvolvimento ou inovação (P&D&I) de interesse comum da empresa e da universidade.

O período de inscrição para o Processo Seletivo será de 19.06.13 a 26.07.13.

Para maiores informações, acessar o link: http://propg.ufabc.edu.br/doutorado-academico-industrial-dai.html

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Free Online Course Will Rely on Multiple Sites

From http://www.nytimes.com/2012/08/21/education/mechanical-mooc-to-rely-on-free-learning-sites.html

By 

A group of online-learning ventures is collaborating on a new kind of free class to be offered this fall, known as a mechanical MOOC (for “massive open online course”), that will teach a computer-programming language by patching together existing resources from open-learning sites.

Unlike courses already available online, the new class will not require a traditional instructor, or a large start-up investment.

The new course, “A Gentle Introduction to Python,” will blend content from M.I.T.’s OpenCourseWare, instant-feedback exercises and quizzes from Codecademy, and study groups organized by OpenStudy, and will be coordinated through an e-mail list operated by Peer 2 Peer University.

“The MOOCs that have come out in the last six months are really incredible and have truly moved the needle for online learning, but they are based on very sophisticated central platforms and require significant resources to develop,” Philipp Schmidt, Peer 2 Peer University’s co-founder, said in a statement.

“The mechanical MOOC is an attempt to leverage the power of the open Web, by loosely joining together a set of independent building blocks,” he said.

The mechanical MOOC will not be as tightly structured as the free courses now offered by leading universities like Harvard, Berkeley, Stanford and the University of Pennsylvania through Coursera or edX, which have enrolled more than a million students. (While M.I.T. is involved in both edX and the new project, they are separate.)

Unlike edX courses, the mechanical MOOC will not offer a certificate of completion. However, students can earn a badge from Codecademy to document their achievement.

The collaborators say that the components of education — content, community and assessment — all exist online, although not in one place. Combining top sites for each, they say, should result in a course that is as good as the far more costly approach taken by Coursera, edX and others, albeit a less polished experience, where the pieces are not custom-created to fit together neatly. If the first course works, they say, it could spur many more  similar offerings.

OpenStudy will provide a forum where all learners in the class can choose to participate in a mass study group, or can be assigned to a study group of 10.

The creators of the mechanical MOOC hope that the new model will help increase the percentage of students who complete their courses.

Currently, only one in 10, or fewer, who sign up for MOOCs make it all the way through, either because they signed up while casually browsing, or because they are unable to keep up with the hours of work required each week.

In the mechanical MOOC, those who fall behind can repeat units where needed and work at their own pace.

“We want to do more than sign up tens of thousands of students and have only a fraction succeed,” Preetha Rom, the co-founder of OpenStudy, said in a statement.  “Our goal is to have everyone who participates succeed.”

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Fotos da primeira reunião da pós-graduação da EBM (dia 09/05/12)

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Graduate program (Master) in Biomedical Engineering at UFABC!

The registration period for the selection process for 2012 is May 16 to June 22, 2012 and the exams will be conducted in the first half of July 2012. See more information on the page of the selection process.

If you want to do Masters in Biomedical Engineering, look for an adiviser in the program as soon as possible.

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Esse tal de Arduino

Por Tatiana de Mello Dias, reportagem completa em ESTADÃO.COM.BR

Como uma plataforma aberta criada para estudantes impulsionou o hardware livre ao atrair curiosos e fãs de eletrônica que querem construir seus próprios aparelhos

Sábado, 11h, 30 graus. O calor em São Paulo estava quase insuportável, mas em um casarão no bairro Santa Cecília, ele não foi páreo para placas, fios e circuitos – trio que centralizou as atenções dos presentes. Na Oficina Arduino 100 Noção, todos os olhares estavam fixos nas entradas da protoboard, placa usada para o aprendizado de eletrônica. Read the rest of this entry »

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Curso de Engenharia Biomédica da UFABC recebe nota máxima na avaliação do MEC!

O curso de Engenharia Biomédica da UFABC acaba de receber nota 5 (a maior nota possível numa escala de 0 a 5) na avaliação do MEC!

Parabéns a todos!

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Video

What Is Biomedical Engineering?

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Four open positions for faculty at the Biomedical Engineering program

[important]The Biomedical Engineering program is hiring four new assistant professors.
The positions are for Biomedical Instrumentation (1), Biomedical Signal Processing (1) and Modeling, Simulation and Analysis of Biomedical Systems (2). Registration is open until February, 1st, 2012. For more information, see the Public notice 116/2011 (http://www.ufabc.edu.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5688), the UFABC page for faculty hiring (http://www.ufabc.edu.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4319) or contact us (email: ebmUFABC@gmail.com or telephone: 55 (11) 4996-7940).[/important]

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Para que serve a Comissão de Ética da UFABC

Dr. Luis Alberto Peluso

(Presidente da CE-UFABC)

comissao.etica@ufabc.edu.br

Temos vivido uma escalada dos temas da Ética nos últimos 50 anos. Ao que tudo indica a pergunta sobre a moralidade das nossas condutas tornou-se um tema recorrente na agenda dos intelectuais por conta do sucesso das teorias críticas do Direito. Elas foram capazes de demonstrar que numa sociedade onde as instituições jurídicas funcionassem perfeitamente, nem sempre o resultado seria a Justiça. Hans Kelsen foi um dos primeiros a argumentar que o tema da Justiça não pertence ao mundo das doutrinas jurídicas. Essa tese acabou por colocar por terra a crença moderna expressa na idéia que para ser justo bastava seguir as regras do Direito.

Todo o debate travado, desde então, nos levou a redescobrir que a instância jurídica não é a única em que podemos examinar criticamente as nossas ações. Há uma dimensão que se sobrepõe à avaliação jurídica, que a contém, contudo, sem se identificar com ela. Isto é, as nossas ações são passíveis de avaliação ética ou moral.

Nas avaliações éticas ou morais as nossas ações são referidas aos critérios de bem e de mal. Esses conceitos são particularmente difíceis de serem definidos. As teorias sobre o significado dos conceitos de bem e mal se distribuem num espectro que vai desde posições que tentam atribuir sentido dogmático a esses termos, até teorias que dizem que sobre eles não se pode falar. Há cerca de 2500 anos que a Filosofia busca lidar com esses conceitos. De uma forma geral, temos fracassado. Quase sempre aqui, outras ali, as nossas teorias tem se mostrado insuficientes. Mas, temos feito algum progresso. Ao descobrirmos que algumas de nossas teorias são falsas, somos capazes de evitar certas crenças e tentar corrigir as imperfeições que elas contem.

O fato é que estamos hoje convencidos que sem darmos conta das avaliações morais, não conseguimos realizar os nossos ideais de construir sociedades justas e de sermos perfeitos em nossas interações.

É nesse sentido que as exigências éticas se fazem valer sobre as pessoas e as instituições. E isso é particularmente verdadeiro no que se refere ao Estado e aos Servidores Públicos no Brasil. Embora não saibamos com grande clareza em que consiste o ‘bem público’ é esperado que os Servidores Públicos busquem em suas ações realizá-lo. Isso é definido em vários ordenamentos desde a Constituição Federal, o Estatuto do Servidor Público e o Código de Ética do Servidor Público Federal. Há, ainda, dispositivos que regem o compromisso dos Servidores Públicos no âmbito dos Estados e Municípios brasileiros.

A preocupação com a Ética do Servidor Público no Poder Executivo Federal resultou na construção, em 2007, do Sistema de Gestão da Ética Pública. Isto é, há todo um sistema institucional, constituído pela Comissão de Ética Pública (CEP) e pelas Comissões de Ética (CE), que tem por finalidade contribuir para a implementação de políticas públicas e articular ações para incentivar o incremento da Ética no desempenho institucional dos Servidores Públicos.

O Sistema de Gestão da Ética Pública tem por finalidade ações propositivas no sentido de criar a cultura da ética nas instituições públicas do Poder Executivo Federal. Ele foi criado para integrar órgãos, promover a compatibilização de normas e procedimentos técnicos, bem como, articular ações de incentivo à propagação e incremento da ética no serviço público.

A COMISSÃO DE ÉTICA DA UFABC é parte do Sistema de Gestão da Ética Pública. Ela será propositiva, no sentido de divulgar qual o procedimento que é considerado como devido por todos os Servidores Públicos do quadro permanente, ou Prestadores de Serviços da UFABC. Ela será consultiva, no sentido de auxiliar os Servidores e Prestadores de Serviços Públicos da UFABC a interpretarem a corretude ou incorretude de seus procedimentos e intervenções. Ela terá, ainda, a missão de apurar e punir infrações de normas éticas pelos Servidores e Prestadores de Serviços Públicos da UFABC.

Em todas as suas atividades, ao divulgar, aconselhar, ou punir, a COMISSÃO DE ÉTICA DA UFABC será extremamente sensível e se moverá ao menor sinal da existência de necessidade de sua intervenção. Ao menor sinal de desconhecimento, ela haverá de intervir para esclarecer, onde houver interesse em agir de forma correta, ela oferecerá diretriz e, em face da evidência de infração, ela deverá punir.

Cumprindo exigência legal e após aprovação dos nomes pelo CONSUNI, em primeiro de novembro de 2011, através da Portaria No. 567, foi criada a COMISSÃO DE ÉTICA DA UFABC (CE-UFABC) e designados os seus membros.

Através da criação do fale conosco, da Ouvidoria, da Corregedoria e da CE-UFABC, a UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC expressa o seu compromisso em ser uma instituição que se modela pelos mais elevados ideais do espírito humano.

via Para que serve a Comissão de Ética da UFABC.

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Graduação na Europa fica mais próxima de estudantes da UFABC

Graduação na Europa fica mais próxima de estudantes da UFABC.

O sonho de cursar o ensino superior em uma instituição de renome internacional não é mais uma distante utopia para os alunos dos cursos de licenciatura da UFABC. Desde agosto, sete estudantes da Universidade que buscam se tornar licenciados em áreas como Química, Física e Biologia estão matriculados na Universidade de Coimbra, em Portugal. A expectativa é que passem dois anos por lá e, ao voltar, conquistem a dupla titulação, obtendo o diploma de Coimbra e o da UFABC.

Os estudantes selecionados recebem 600 euros mensais, hospedam-se em alojamentos e têm as passagens de ida e volta custeadas pela Capes. Um dos pré-requisitos para ser escolhido é ter cursado ao menos uma parte do ensino fundamental e o médio integralmente em escola pública. “Esse projeto é ótimo porque traz para a graduação uma possibilidade que antes só havia para o doutorado. Agora é possível obter uma bolsa para cursar o ensino superior fora do Brasil”, explica a coordenadora do Programa Licenciaturas Internacionais da UFABC, Maria Inês Ribas.

“Aqui em Portugal, a gente descobre uma forma de ensinar diferente da brasileira”, explica Alison Alves Ortega, um dos bolsistas da Licenciatura em Biologia da UFABC, que pretende, na volta ao Brasil, tornar-se professor de ensino fundamental e médio para” ajudar a elevar o nível da educação no Brasil”.

Segundo a professora Maria Inês, Portugal foi escolhido como primeiro destino pela facilidade da língua, mas a Capes já estuda estender o intercâmbio a outros países da Europa. A professora apresentará, no dia 9 de novembro, palestra na UFABC sobre o programa em que projeta o processo seletivo para a escolha de mais sete alunos em 2012, em que concorrerão os ingressantes de 2011. Mais informações podem ser obtidas na Assessoria de Relações Internacionais da UFABC.

Assessoria de Comunicação e Imprensa
03/11/2011

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Blog of the Biomedical Engineering

Welcome to the blog of the Biomedical Engineering of the UFABC. We are part of an innovative new course in biomedical engineering and this is our space for dissemination and discussion.

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